Entenda como funciona a tireoide

Através de exames de sangue simples é possível verificar o funcionamento da glândula tireoidiana.
Embora ela pese aproximadamente 30 gramas, suas funções são vitais ao corpo humano. Localizada frente à laringe, a tireoide obedece os sinais vindos do cérebro para a produção dos hormônios T3 e T4, responsáveis por regular a velocidade de todo o funcionamento do organismo.
Porém, quando essa velocidade retarda ou aumenta demais, sintomas como cansaço, indisposição, stress, alteração de peso, entre outros, podem significar que ela mereça atenção e alguns cuidados médicos para retornar a sua normalidade. Quando for detectada que está com problemas, o especialista diagnosticará se há o caso é hipertiroidismo ou hipotiroidismo. Mas você sabe quais são as diferenças?
Hipotiroidismo
Acredita-se que ele pode ser hereditário, passado de geração à geração. O organismo produz anticorpos capazes de atacar a tireoide, que se inflama e deixa de realizar as suas funções. Os sintomas mais comuns, mas que podem alterar de pessoa a pessoa, são cansaço, sensibilidade ao frio, pele extremamente ressecada, aumento de peso e até faz com que a menstruação fique desregulada.
O tratamento mais comum é a reposição hormonal através de medicamentos. Mas é importante ressaltar que é apenas o médico que poderá diagnosticar com maior precisão e indicar os melhores e mais eficientes tratamentos, já que eles podem variar para cada tipo de pessoa.
Se não for tratado, a doença poderá trazer problemas cardíacos, gastrointestinais, entre outros.
Hipertiroidismo
Caracterizado pela presença de um anticorpo no sangue responsável por acelerar excessivamente a produção de hormônios. Nesse caso, é comum que os pacientes se queixem de ansiedade, insônia, nervosismo, tremores e perda de peso.
Os tratamentos também podem ser feitos através de remédios e o consumo controlado de iodo (é esse o mineral utilizado pela glândula para a produção dos hormônios). Como todos os tipos de tratamentos, somente o médico poderá indicar a quantidade necessária dele nas refeições, afinal, o excesso de ingestão do iodo também pode comprometer o tratamento.
Em outros casos, o especialista indicará cirurgia para que o tratamento seja mais eficaz.
Como é feito o diagnóstico?
Recomenda-se que todas as pessoas realizem os chamados exames preventivos, pelo menos, duas vezes ao ano. No caso da análise da tireoide, o médico poderá solicitar três tipos de exames:coleta de sangue, cintilografia e ultrassom.
Coleta de sangue: através de um simples exames de sangue, é possível conferir as dosagens dos hormônios TSH,T3 e T4. O resultado dele também aponta a presença dos anticorpos antitiroidianos.
Cintilografia: Classificado como mapeamento da tireoide, o paciente recebe iodo radioativo no corpo. Essa radioatividadade do mineral, forma áreas com maior luminosidade, sendo possível verificar onde há mais ou menos concentração do iodo.
Ultrassom: Dependendo do caso, o especialista indicará esse exame para verificar a presença ou não, de nódulos na glândula. Caso ele esteja presente e se for maior do que 1 cm, os especialistas fazem a punção, que através de uma agulha, retira-se algumas células para análise.
Fique sempre atenta e procure sempre um médico em caso de dúvidas.
Fonte: Dicas de Mulher
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Prevenindo o câncer de mama

O câncer de mama ocupa hoje lugar de destaque na literatura médica por apresentar incidência crescente e elevada taxa de mortalidade entre mulheres brasileiras.
Atualmente no Brasil, estima-se a incidência anual de 40.000 casos novos, acarretando aproximadamente 4.000 óbitos por ano.
Apesar de ser um tumor maligno, é uma doença curável se descoberta a tempo, o que nem sempre é possível, pois o medo do diagnóstico é muito grande, levando algumas mulheres a perder um tempo precioso. Há um aforismo que diz: "quanto mais precoce o diagnóstico, maior a possibilidade de cura do câncer".
Os principais fatores que contribuem para o diagnóstico tardio são:
· Pobreza de sinais e sintomas do câncer em sua fase inicial, enfatizando-se a ausência de dor local;
· Pouca ênfase que se dá ao auto-exame e à mamografia de rotina;
· Medo da mutilação acarretada pela mastectomia;
· Desconhecimento das reais possibilidades de cura e do tratamento conservador;
· Falta de acesso ou tempo prolongado de espera nas instituições públicas de saúde especializadas no tratamento do câncer;
· Dificuldade de se implementar programas voltados para o diagnóstico precoce.
Fatores de risco:
Inúmeros fatores podem aumentar a chance da mulher desenvolver o câncer de mama, tais como:
· Sexo - o câncer de mama é sobretudo uma afecção do sexo feminino, embora os homens também possam ser acometidos (aproximadamente 1% dos casos);
· Idade - maior incidência acima de 40 anos, sobretudo depois dos 50 anos;
· Mulheres cujas mães, irmãs e/ou tias tenham apresentado câncer de mama, principalmente se a doença manifestou antes da menopausa;
· Primeira gestação após os 30 anos de idade;
· Mulheres que nunca amamentaram;
· Menarca precoce (primeira menstruação) e menopausa tardia (última menstruação);
· Tabagismo;
· Ingestão crônica de bebida alcoólica;
· Obesidade;
· Dieta rica em gorduras de origem animal;
· Sedentarismo;
· Terapia de reposição hormonal por mais de 10 anos.
Sinais e sintomas:
O sinal mais comum do câncer da mama é o aparecimento de um nódulo ou caroço, sobretudo quando não desaparece durante o ciclo menstrual e não muda de local quando apalpado. É bom lembrar que a maioria dos nódulos que aparecem na região mamária são tumores benignos, como por exemplo os cistos e os fibroadenomas, contudo só o médico poderá identificá-los e dar a orientação adequada.
A grande preocupação, portanto, é com os tumores malígnos, como o câncer de
mama, que se desenvolve sem provocar dor, porisso devem ser diagnosticados o mais precocemente possível a fim de possibilitar um tratamento curativo.
Outros sinais que devem ser pesquisados são: edema (inchação), retração da pele (covinha), pele em “casca de laranja”, eritema (vermelhidão), alteração da aréola, ulceração, sangramento ou desvio do mamilo.
Embora o câncer de mama no início não apresente dor, qualquer sensibilidade dolorosa fora do período pré-menstrual deve ser relatada ao médico.
Prevenção e Diagnóstico Precoce:
A melhor maneira de combatermos este câncer é através da prevenção, pois só assim a doença é diagnosticada em sua fase precoce e com melhores chances de cura.
Toda mulher deve procurar o ginecologista uma vez por ano para fazer exame clínico e obter orientação preventiva sobre doenças ginecológicas. A falta de informação leva a um atraso no diagnóstico, impossibilitando muitas vezes o tratamento adequado.
Para a prevenção do câncer de mama, temos:
· Orientação médica preventiva;
· Exame clínico;
· Auto-exame;
· Mamografia (complementada ou não por ultra-sonografia das mamas).
O Auto-exame :
O auto-exame é um método de diagnóstico onde a própria mulher faz, em frente a um espelho, um exame visual de suas mamas e em seguida faz a palpação de ambos os seios.
É portanto uma forma simples de se prevenir de uma doença séria.
Fazendo-o regularmente, a mulher conhece melhor suas mamas, seu volume, a textura do tecido mamário e possíveis alterações que ocorram no período do ciclo menstrual. Assim, tem condições de perceber melhor qualquer alteração que se apresente, e, conseqüentemente, procurar o médico antes que qualquer doença mais grave se desenvolva.
O auto-exame deve ser instruído pelo ginecologista ou por outro profissional da área médica. Este deve ser feito mensalmente, uma semana após a menstruação, pois as mamas estão menos inchadas e doloridas nesta fase do ciclo. As mulheres que não menstruam mais devem escolher um dia do mês para realizar o auto-exame (por exemplo, todo dia 15). O importante não é o dia em que o auto-exame deve ser feito, mas sim que ele seja realizado regularmente a cada mês.
Qualquer alteração verificada pelo auto-exame deverá ser comunicada com brevidade ao ginecologista ou mastologista, que é o médico especializado em doenças da mama.
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Na frente do espelho: |
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Primeiro fique em pé em frente ao espelho e examine atentamente suas mamas. Observe a forma, a cor e a textura da pele.
Em seguida, levante os braços devagar observando atentamente a imagem projetada no espelho para verificar se há mudanças na forma ou no contorno dos seios.
Agora, coloque as mãos na cintura, contraia os músculos do peito de modo a empurrar as mamas para frente, (sentindo o esforço dos músculos peitorais), e observe novamente se há mudanças na forma ou no contorno dos seios;
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No chuveiro: |
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Levante seu braço esquerdo e coloque a mão atrás da cabeça. Com a mão direita ensaboada junte os dedos e vá apalpando o seio esquerdo, comprimindo-o contra o tórax. Com as mãos ensaboadas elas deslizarão suavemente sobre a pele molhada.
Nesta apalpação usar as polpas digitais, fazendo movimentos circulares ao redor do seio, verificando cada parte do mesmo. Não fazer o movimento de “pegar alguma coisa com os dedos”, pois o correto é usar as polpas digitais para pressionar levemente o tecido mamário contra o tórax e com isso “sentir” a presença de caroço ou endurecimento da mama.
Repetir a apalpação com a mama oposta: com o braço direito colocado atrás da cabeça, apalpar o seio direito com a mão esquerda, sempre fazendo movimentos circulares ao redor do seio, pressionando cada parte do mesmo;
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Deitada na cama: |
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Deite-se de costas em uma posição confortável e coloque um travesseiro debaixo de seu ombro direito. Com a mão esquerda examine toda a sua mama direita e depois inverta o processo fazendo o mesmo com a mama oposta, sempre com movimentos circulares ao redor do seio. Por último, aperte delicadamente seus mamilos (bico do seio) e observe se sai algum líquido.
Comunique com brevidade ao seu médico se você notar qualquer anormalidade verificada pelo auto-exame, tais como:
· Mudanças na forma ou coloração das mamas;
· Nódulos ou caroços;
· Pele tipo "casca de laranja";
· Presença de líquido ou secreção que sai dos mamilos.
Movimentos para Pesquisa
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Movimento em espiral |
Do exterior para o interior |
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Em círculos concêntricos |
Em bandas verticais |
Não Entre em Pânico:
Lembre-se que a maioria dos nódulos encontrados nas mamas são tumores benígnos, como por exemplo os cistos e os fibroadenomas.
Os cistos são nódulos dolorosos que aumentam de volume antes da menstruação e os fibroadenomas são nódulos móveis à apalpação que podem ser facilmente retirados por meio de uma pequena cirurgia, geralmente feita com anestesia local.
Lembramos que o auto-exame da mama é apenas uma das três maneiras recomendadas para identificar o câncer da mama em seus estágios iniciais. É preciso enfatizar a necessidade de também ser feita a consulta médica anual para orientação preventiva e a mamografia.
Mamografia:
Atualmente é o melhor exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama. A mamografia é capaz de detectar um nódulo (menor que 1cm) antes mesmo que ele se torne palpável. Quando o diagnóstico é feito dessa forma, ainda no início da formação do tumor, as chances de cura se tornam muito maiores, descartando a necessidade de retirada da mama para o tratamento. Apesar de ser um método eficaz, a mamografia não descarta o auto-exame e o exame médico feito pelo ginecologista ou mastologista.
A mamografia deve ser feita somente em mulheres acima dos 35 anos, pois as mamas de pacientes mais jovens possuem pouca gordura e isso faz com que pareçam muito densas, dificultando a visualização de lesões.
A mamografia é um exame radiológico feito mediante compressão das mamas, requisito essencial para o sucesso do exame. Portanto, deve-se evitar a mamografia no período anterior ao da menstruação, quando as mamas ficam um pouco doloridas, o que causará um certo desconforto durante a execução do exame. Recomenda-se que ele seja feito aproximadamente uma semana após o período menstrual.
Os resultados da mamografia não atestam se o tumor é maligno, apenas sugerem o diagnóstico. Somente a biópsia com exame anátomo-patológico pode dar o diagnóstico de certeza.
A título preventivo, a primeira mamografia deve ser feita aos 35 anos de idade, mesmo que não exista nenhum sintoma. É importante guardar o resultado de uma mamografia feita nesta idade para que possa servir de base de comparação com as mamografias que serão feitas nos anos subseqüentes;
Mulheres com 40 anos, sem sintomas, também devem fazer um exame mamográfico;
Mulheres entre 40 e 49 anos devem fazer uma mamografia a cada dois anos. Se houver casos de câncer na família a mamografia deverá ser feita anualmente nesta faixa etária;
E, aquelas com 50 anos ou mais, uma mamografia anualmente;
Qualquer paciente que apresente nódulo na mama deve procurar o seu médico e fazer mamografia bilateral o mais breve possível.
Ultra-sonografia:
É feita sobretudo em pacientes jovens, pois a densidade da mama dessas mulheres jovens não permite, em certos casos, a visualização de nódulos na mama. Por outro lado, a diferença entre nódulo sólido e cístico é melhor visualizado pelo exame ultra-sonográfico.
Além disso, a ultra-sonografia pode ser usada para orientar as punções de nódulos
mamários.
Links:
Hospital do Câncer - AC Camargo
https://www.hcanc.org.br/rhc1.html
Instituto Nacional do Câncer – INCA
IBCC – Instituto Brasileiro de Controle do Câncer
Sociedade Brasileira de Cancerologia
https://www.sbcancer.org.br/htmls/artigos_fr.htm
Sociedade Brasileira de Mastologia
https://www.sbmastologia.com.br/publico/ind_pub.htm
Câncer de mama:
https://www.cancerdemama.com.br/
https://www.clubedamamafeliz.org.br/
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Onicomicoses – micoses das unhas
o que é, como prevenir e como tratar |

As micoses são causadas pela ação dos fungos em contato com o corpo, e aparecem em duas formas: as superficiais acometem (virilhas, pés e unhas) e as profundas podem acometer (pulmão, as mucosas e outras regiões).
Entramos em contato com os fungos a todo instante pois estes estão na natureza, se a pele está bem enxuta não causam problemas no contato, são até mesmo neutralizados pela acidez, no entanto, se a pele estiver úmida, multiplicam-se depressa. A umidade deixa a pele macia facilitando a entrada desses microrganismos nas células.
As onicomicoses (micoses das unhas) são infecções adquiridas também através de fungos e manifesta-se tanto nas unhas dos pés quanto nas unhas das mãos, no entanto, a maior incidência está nas unhas dos pés.
Esta patologia consiste na invasão do aparelho ungueal (queratina) por fungos, sendo os de maior incidência: O T. rubrum; o T. mentagrophytes var. interdigitale e o E. Flococum.
- T. rubrum, é o maior invasor das unhas dos dedos dos pés;
- T. mentagrophytes var. interdigitale, é de causa menos freqüente, geralmente afeta apenas a unha do dedo polegar;
- E. flococum, é o de menor incidência.

Existe ainda, dois outros grupos de Dermatófitos envolvidos:
- LEVEDURAS: Espécie de Cândida (C. Albicans, C. Tropicalis e C. parapsilosis) e;
- MOFOS OU BOLOTES: Espécie de Aspergillus ( fumigatus; flavus e niger).
Esses fungos dermatófitos atuam sobre as camadas (semi) ou queratinizadas da epiderme, pêlos e unhas.
Incidência
A onicomicose é uma patologia de incidência considerável, acomete cerca de 20% da população adulta acima de 40 anos, sua incidência é maior entre mulheres devido a fatores de risco como: contaminações em salão de beleza (manicure) e maior exposição dos pés por uso de sapados abertos como sandálias e chinelos.
Já nas pessoas com idade superior aos 60 anos, cerca de 50% apresentam o problema devido a baixa imunidade, por conta de várias doenças associadas e por ingestão de diversos medicamentos que debilitam o organismo. Raros são os casos de contaminações em crianças, acredita-se que pelo rápido crescimento da unha nessa fase, dificulta-se o desenvolvimento do fungo.
Fatores predisponentes
Alguns fatores o qual chamaremos de endógenos e exógenos são predisponentes:
Endógenos:
- Endocrinopatias (Diabetes Mellitus);
- Imunopatias (Soro positivos, anêmicas, câncer e tireoidismo),
- Enfermidades vasculares periféricas;
- Idade Idosos
- Pessoas que tem pé de atleta;
- Imunosupressão por uso de medicamentos (Cortisona).
Exógenos:
- Sapatos fechados;
- Andar descalços em lugares públicos;
- Má higiene dos pés;
- Traumatismo;
- Banheiros, Piscinas, Saunas entre outros, fora ou em casa;
- Utilização de instrumentos (alicates, tesouras entre outros).
Algumas situações e exposições como vimos acima levam a uma incidência ainda maior.
Infelizmente esta patologia é na maioria das vezes vista como um problema meramente estético, no entanto, devem ser tratadas como qualquer outra patologia afinal, causa desconforto físico (dor) e psicológico interferindo no bem estar e na auto estima das pessoa acometida.
Sintomatologia
Com a invasão dos fungos e a instalação da infecção nas unhas, estas podem sofrer um espessamento, alterar forma, aparência, coloração tornam-se mais frágeis e quebradiças ou ainda, ficar endurecidas e em alguns casos descolar-se da pele do dedo.
Ainda, as onicomicoses podem não apresentam sintomas, no entanto podem deixar a aberta para outras infecções, como a erisipela (que é uma infecção bacteriana da pele).
Diagnóstico
O diagnóstico é feito na observação clínica das lesões ungueais que são características, é depois confirmado por exame micológico (do fungo) directo e cultural.
Nesse segundo exame o directo, utilizam-se substâncias que permitem identificar a presença do agente causador da infecção, já no cultural faz-se em meios de cultura especiais que visam igualmente demonstrar a presença do fungo nas lesões.
O exame histopatológico da biópsia demonstra se o fungo é realmente invasivo ou apenas comensal. É útil no diagnóstico diferencial com outras dermatopatias (doenças da pele).
A onicomicose não diagnosticada constitui uma porta de entrada para múltiplos microorganismos que, uma vez em circulação, podem determinar infecções graves.
Tratamento
A onicomicose pode ser curada desde que sejam utilizados os medicamentos e recursos adequados ao seu tratamento. O profissional a ser procurado é o dermatologista, pois este é o médico especializado neste tipo de infecção. O tratamento medicamentoso leva um certo tempo, é extremamente importante seguir corretamente a prescrição médica, afinal todos os fungos devem ser eliminados.
Também é necessário manter boas condições de higiene nas unhas, e nos ambientes que se vive. Após o tratamento, com eliminação do fungo, a unha continua o seu processo natural de crescimento, dando lugar a uma unha saudável e de boa aparência.
Referências:
Ramos M – Onicomicoses – Diagnóstico diferencial. Dermatologia Atual 2000;6(1)27-34
Onicomicoses – micose da unha
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Cuidados com o frio

O frio chega sempre no Inverno, mais tarde ou mais cedo.
Mas quando chega o sentimento é sempre o mesmo, um desconforto generalizado. Saiba como se agasalhar e ficar com menos frio. Os princípios são simples:
· várias camadas de roupa evitando roupa grossa
· roupa relativamente larga e não justa que possa fazer com que transpire – a transpiração arrefece o corpo
· evite usar algodão, o algodão retém a água humedecendo a roupa e arrefecendo o corpo
· use fibras sintéticas e lã
· quando chegar a casa mude de meias sempre que possível, ficam facilmente húmidas arrefecendo os pés
· proteja a cabeça, use gorros, perdemos cerca de 40% do calor corporal através da cabeça
· beba muitos líquidos quentes ao longo do dia
· ligue aquecedores e acenda lareiras
· tenha muito cuidado em não deixar lareiras acesas e aquecedores a chama (gás) ligados durante a noite por causa do monóxido de carbono, ventile estes espaços
· nunca sobrecarregue tomadas com diversas ligações e afaste os aquecedores isolando-os de qualquer contacto com roupas ou materiais combustíveis
· isole janelas e portas
Tenha muito cuidado com a hipotermia, ou seja, a baixa de temperatura do corpo. Se sentia frio e de repente sentiu-se mais quente sem que tenha feito nada, é o seu corpo a responder ao frio. Cuidado pois é um dos primeiros sintomas da hipotermia.
Já agora, tenha um especial cuidado com as frieiras e com os lábios gretados. Use um creme hidratante, não exponha a pele directamente ao frio e use baton para o cieiro regularmente.
Mantenha-se próximo de quem gosta, o calor humano é o melhor de todos.
Você já notou que no inverno a fome aumenta? A explicação para isso é que nessa época do ano o organismo gasta mais energia para manter a temperatura normal do corpo. Mas não se deixe enganar, pois você pode ganhar quilinhos extras nesses meses. Confira as dicas da nutricionista Rafaela Isis Reis Allevato, do Hospital San Paolo, para manter a saúde e não sair do peso no inverno:

> O grande coringa da alimentação no inverno é abusar das sopas e caldos quentes que possuem baixa caloria. Dê preferência para as feitas com legumes e temperos naturais para dar sabor. Não abuse dos acompanhamentos, tais como queijo, torradinhas e pão francês.
> Troque o chocolate quente pelo chá. Chás são ótimas opções para aumentar a temperatura corporal, desde que adoçados com adoçante.
> Beba muita água! Não esqueça a hidratação. Embora a transpiração diminua no inverno, nossas necessidades quanto à hidratação continuam sendo as mesmas - 1,5 litros de água por dia.
> Escolha as carnes magras, como frango e peixe.
> Esqueça as frituras! Além de serem bombas calóricas, são ricas em gordura saturada, que estão entre as principais causadoras de doenças cardiovasculares.
> Prepare o fondue, prato típico da estação, com leite desnatado e queijos magros. Os pães podem ser substituídos por legumes.
> E não se esqueça de praticar exercício físico, essencial em qualquer estação do ano.
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Sete dores que não devem ser menosprezadas

Elas avisam: algo está errado. Mas preferimos pensar que vão passar depressa a procurar um médico. É aí que muitas vezes damos de cara com o perigo. Saiba como escapar de um engano
Levante a mão quem nunca se automedicou por causa de uma dor. É corriqueiro achar que ela é um mal passageiro, entupir-se de analgésico e esperar até ela se tornar insuportável para ir ao médico. Estudos indicam que 64% dos brasileiros tentam se livrar da sensação dolorosa sem procurar ajuda. Foi assim com a auxiliar de dentista Antônia Sueli Ferreira, 45 anos, de São Paulo. "Tomei muito remédio durante três meses por causa de cólicas fortíssimas e do que parecia ser uma lombalgia. Só depois fui ao médico. E então descobri que tinha um câncer colorretal. Tive de ser submetida às pressas a uma cirurgia. Por sorte, estou bem", conta. Segundo o cirurgião Heinz Konrad, do Centro para Tratamento da Dor Crônica, em São Paulo, "a dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo". A origem do malestar? Eis a questão — e, para ela, precisamos ter sempre uma resposta. "Na dúvida, toda dor precisa ser checada, ainda mais aquela que você nunca sentiu igual", aconselha o cardiologista Paulo Bezerra, do Hospital Santa Cruz, em Curitiba. Aqui, selecionamos sete dores que você nunca deve ignorar.
Dor de cabeça
Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios — esta, mais comum entre as mulheres. E esses são justamente os casos em que a automedicação aumenta o tormento. "Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária", avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Acima dos 50 anos, as dores de cabeça merecem ainda mais atenção: é que podem estar relacionadas à hipertensão.
Dor de garganta
Costuma ser causada pela amigdalite de origem bacteriana ou viral. "Se não for tratada, a amigdalite bacteriana pode exigir até cirurgia", alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, doHospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, na Grande São Paulo. A do tipo viral baixa a imunidade e, em 10% dos casos, vira bacteriana. Portanto, pare de banalizar essa dor. Se ela parece nunca ir embora, abra os olhos: certos tumores no pescoço também incomodam e podem ser confundidos, pelos leigos, como simples infecções.
Dor no peito
"Quando o coração padece, a dor é capaz de se espalhar na direção do estômago, do maxilar inferior, das costas e dos braços", descreve o cardiologista Paulo Bezerra. Em geral, isso acontece quando o músculo cardíaco recebe menos sangue devido a um entupimento das artérias. "A sensação no peito é como a de um dedo apertado por um elástico. E piora com o estresse e o esforço físico", explica Bezerra. Não dá para marcar bobeira em casos assim: o rápido diagnóstico pode salvar a vida.
Dor nas pernas
Muita gente não hesita em culpar as varizes — às vezes injustamente. "A causa pode ser outra", avisa a fisiatra Lin Tchia Yeng, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Uma artrose, por exemplo, provoca fortes dores nos pés e nos joelhos. Se não for tratada, piora até um ponto quase sem retorno. "Em outros indivíduos a dor vem das pisadas", explica Lin. "É quando há um erro na posição dos pés ou se usam calçados inadequados." Sem contar doenças como hipotireoidismo e diabete, que afetam a circulação nos membros. "Há medicamentos específicos para resolver a dor nesses casos", diz a reumatologista Solange Mandeli da Cunha, do Centro de Funcionalidade da Dor, em São Paulo.
Dor abdominal
Uma dica: o importante é saber onde começa. Uma inflamação da vesícula biliar começa no lado direito da barriga, mas tende a se irradiar para as costas e os ombros. Contar esse trajeto ao médico faz diferença. "Se a pessoa não for socorrida, podem surgir perfurações nessa bolsa que guarda a bile fabricada no fígado", diz o cirurgião Heinz Konrad. Nas mulheres, cólicas constantes — insuportáveis no período menstrual — levantam a suspeita de uma endometriose, quando o revestimento interno do útero cresce e invade outros órgãos. "Uma em cada dez mulheres que vivem sentindo dor no abdômen tem essa doença", calcula a anestesiologista Fabíola Peixoto Minson, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
Dor nas costas
A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. "É uma dor diária, causada pelo desgaste físico e pelo sedentarismo", diz o geriatra Alexandre Leopold Busse, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Conviver com o tormento? Essa é a pior saída. A dor nas costas, além de minar a qualidade de vida, pode escamotear o câncer no pâncreas também. "No caso desse tumor, surge uma dor lenta e progressiva", ensina a fisiatra Lin Tchia Yeng. Por precaução, aprenda que a dor nas costas que não some em dois dias sempre é motivo de visitar o médico.
Dor no corpo
Se ele vive moído, atenção às suas emoções. A depressão, por exemplo, não raro desencadeia um mal-estar que vai da cabeça aos pés. "O que dá as caras no físico é o resultado da dor psicológica", diz Alaide Degani de Cantone, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde, em São Paulo. "Quem tem dores constantes aparentemente sem causa e que vive triste, pessimista, sem ver prazer nas coisas nem conseguir se concentrar direito pode apostar em problemas de ordem emocional", opina o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo. E, claro, essas dores que no fundo são da alma também precisam de alívio.
Ajude o médico a descobrir a verdadeira causa de seus “ais”. Leve as seguintes informações para a consulta:
Quando
Puxe pela memória o dia, semana ou mês em que sua dor deu as caras e identifique a frequência com que ela aparece — se é diária, quantas vezes por dia se manifesta e quanto tempo costuma durar.
Onde
Aponte os lugares do corpo em que a dor ocorre. Se for difícil especificar um ponto, mostre a região afetada. Explique também se ela começa em um lugar e, dali, se irradia para outros.
Como
Descreva a sensação — queima? Dá pontadas ou agulhadas? Formigamento? No lugar onde dói, você sente um aperto ou pressão? Acredite: para os ouvidos dos especialistas, esse tipo de informação vale ouro.
Avaliação
Dê uma nota de 1 a 10 à sua dor, comparando-a a outras que você já sentiu. Avalie o grau e não deixe de contar ao especialista se teve febre, perda de apetite ou falta de sono depois que a dor apareceu.
Soluções
O que fez para diminuir a dor? Relate se uma bolsa de água quente ajudou. E preste atenção no seu corpo para dizer o que parece piorar a sensação dolorosa — comida gordurosa, esforço físico... o quê?
por Débora Didonê - Revista Saúde
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Dicas para alimentar-se bem
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- Procure iniciar seu dia com um bom copo de suco desintoxicante, passando a informação de que há uma cumplicidade de você para com seu corpo, no sentido de ajudá-lo a acordar e se aliviar de todos os seus venenos e toxinas. - Procure consumir alimentos variados todos os dias, para garantir todos os nutrientes necessários. Ah! Não se esqueça das sementes cruas como a de girassol, linhaça e do Pará, que são fontes de nutrição para o cérebro, todas as membranas e pele, assim como para o equilíbrio hormonal. Mas, atenção nas quantidades, pois elas são tão poderosas que o consumo diário deve ser baixo. Tipo: girassol - 1 colher sobremesa / linhaça - 1 colher sopa / castanha do Pará - 1 unidade. - Procure escolher os alimentos da época pois estão mais baratos, bonitos e plenos de nutrientes. Em geral, alimentos da época contêm menos agrotóxicos. Esse é o motivo pelo qual na cultura orgânica, você só encontra disponível no mercado as variedades da época. - Aumente seu consumo de fibras, preferindo frutas, raízes, sementes, legumes, folhas e cereais integrais crus e frescos, idealmente orgânicos. - Diminua o consumo de carne vermelha e, enquanto reduz o consumo de carnes opte por peixes e aves. Escolha sempre cortes magros. Tire a pele das aves: ela contém alto teor de gordura. - Evite todos os laticínios. Mas enquanto há consumo opte pelos desnatados. Evite sorvetes cremosos; prefira o frozen yogurt ou os sorvetes de frutas que não levam leite em sua composição. - Use menos sal e evite os riscos da pressão alta. Tempere com limão, ervas frescas e aprenda a apreciar o sabor natural dos alimentos. Evite alimentos industrializados, como sopas prontas, carnes enlatadas, embutidos e frios, que contêm muito sal, além de conservantes e aditivos químicos. - Diminua o açúcar refinado e os demais açúcares (mascavo, demerara e cristal). Reduza ou elimine o consumo de refrigerantes, balas, bombons e sobremesas muito doces. Açúcar engorda sem nutrir, deprime o sistema imunológico, provoca várias doenças (anemia e osteoporose, entre elas) e estimula processos depressivos. Fique atenta para o açúcar escondido nos alimentos industrializados (pães, gelatinas, sucos, etc): leia os rótulos! Compense usando frutas frescas ou secas, que é uma fonte de açúcar integral e saudável. - Procure beber de 6 a 8 copos de líquidos ao longo do dia na forma de sucos desintoxicantes, chás de ervas (sem açúcar) e sopas desintoxicantes (saborosíssimas) também valem. - Mas, evite tomar líquidos na hora das refeições. Este hábito dilui as enzimas e líquidos digestivos, provocando atrasos e fermentações, como também expansão do volume estomacal. O ideal é tomar 1 suco desintoxicante 30 minutos antes do almoço e do jantar, para assim reduzir a compulsão alimentar como também a necessidade de beber líquidos na hora errada. - E finalmente: todo mundo sabe que o exercício regular promove a saúde e o bem-estar, melhora a postura e afina a silhueta. Além disso, está provado que o exercício contribui para diminuir o estresse, ajuda a manter o peso ideal, aumenta a energia, previne a insônia e a ansiedade e ajuda a viver muito mais. Existem variados e divertidos tipos de exercício, escolha o seu! Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.
Por Conceição Trucom – (Doce Limão) |
10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão

Novos dados indicam que a doença atinge 23,3% dos brasileiros
Dia 26 de abril é dia Nacional da Hipertensão. Segundo o Ministério da Saúde, quase um quarto da população brasileira sofre com a doença crônica (23,3%). Esse dado diminuiu em relação ao ano passado (24,4%), mais ainda representa um aumento se comparado aos últimos cinco anos, já que em 2006 a proporção era de 21,6%.
A pesquisa, feita com 54.339 adultos, faz parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e revela que o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres - 25,5% - do que em homens - 20,7%. A prevalência da doença também aumenta com a idade, afetando mais de 50% das pessoas com 55 anos ou mais.
A hipertensão, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. Além disso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal", explica o cardiologista Enéas Rocco. Essa doença pode desencadear males que envolvem o sistema circulatório, desde um infarto até um derrame cerebral. Entretanto, há hábitos de vida que implicam em pequenas mudanças que estão totalmente ao alcance e podem blindar seu organismo. Confira 10 dicas para afastar essa doença silenciosa.
1 . Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.
2 . Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio - e nisso, ele é duplamente benéfico, por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais.
3 . Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.
4 . Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. Para não passar da conta, a recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados.
5 . Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. "Parar de fumar é fundamental", alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão arterial - o que não significa que fumar cigarros com baixos teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de doenças cardíacas.
6 . Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação) e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar s emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina.
7 . Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.
8 . Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico a cada seis meses para verificar a medicação que está tomando.
9 . Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos.
10 . Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão.
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Saiba quais os sintomas da gripe H1N1 (gripe suína) 2012

Tendo em vista o aumento no número de casos degripe A (H1N1) no Brasil, o Ministério da Saúde retirou o contato com pessoas vindas do exterior como uma das características da infecção, pois considera que a doença já está disseminada no país. Dessa forma, é importante identificar os sintomas característicos sintomas da gripe H1N1 (gripe suína). Para facilitar a compreensão, observe a imagem acima que aponta as principaisdiferenças entre a gripe A (H1N1) e a gripe comum.
Como nesta época do ano são comuns as doenças do trato respiratório, tais como sinusite, bronquite, rinite e resfriado, é importante a avaliação médica para um correto diagnóstico do quadro. Nesse sentido, indicamos que as pessoas que possuem plano de saúde busquem primeiramente o atendimento de seu médico assistente. Esta orientação tem como propósitos:
· Correto diagnóstico do quadro clínico;
· Evitar a automedicação, que é perigosa, muitas vezes agrava o quadro e pode causar danos à saúde e efeitos colaterais;
· Evitar um aumento desenfreado na procura por atendimento em Unidades de Saúde e hospitais.
Este não é o momento para pânico e aglomeração. Lotar os serviços de saúde pode colaborar na disseminação de microorganismos patogênicos, entre eles o vírus Influenza A (H1N1). Portanto, seja consciente e cidadão.
Se você deseja fazer algo, adote as seguintes medidas de higiene e saúde:

· Ao tossir ou espirrar cubra o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável;
· Se não for possível, utilize o braço, e não a mão, para cobrir a boca. O vírus é transmitido principalmente pelas mãos;
· Lave as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar;
· Não compartilhe alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
· Evite tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies;
· Faça uma dieta balanceada rica em frutas, legumes e verduras;
· Aumente o consumo de água;
· Pessoas com sintomas de gripe não devem frequentar ambientes fechados. Evite aglomerações;
· Não use medicamentos sem orientação médica;
· Procure prontamente uma unidade de saúde em caso de suspeita de infecção pelaInfluenza A (H1N1), para diagnóstico e tratamento adequado.
Dessa forma, você estará colaborando para o controle da disseminação de microorganismos patogênicos, bem como auxiliando o seu sistema imunológico a se fortalecer ao cuidar da alimentação e aumentar a ingestão de líquidos.
Para esclarecimento de perguntas e respostas frequentes sobre a gripe A, acesse oMinistério da Saúde.
Fonte: Diretoria Administrativa e Setor de Medicina e Segurança do Trabalho – Instituto de Tecnologia do Paraná – TECPAR
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A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA EM NOSSO ORGANISMO

A importância da água no nosso planeta é inigualável e significado de vida, dai a frase “água fonte de vida“, sendo também fundamental para o nosso organismo, a água tem um papel importante na nossa saúde , tendo a água diversas funções como:
* A água transporta pelo nosso organismo os nutrientes e os detritos celulares resultantes dos processos metabólicos. A água transporta também outras substâncias, como hormonas, enzimas e células sanguíneas.
* A água é um excelente solvente e meio de suspensão, muitas substâncias dissolvem-se ou chegam mesmo a estar suspensas, permitindo que existam reacções químicas para formar novos compostos. Estas propriedades facilitam também a eliminação das toxinas acumuladas no nosso organismo através da urina.
* Outro dos benefícios da água tem a ver com o seu efeito lubrificante nas nossas articulações. A desidratação nas cartilagens provoca movimentos abrasivos quando existe um qualquer movimento ósseo resultante de uma deficiente hidratação das extremidades ósseas.
* A água é um dos reguladores de temperatura do nosso organismo.
* A água é essencial para todos os processos fisiológicos de digestão, absorção assimilação e de excreção.
A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA NO CORPO HUMANO
A água é o principal constituinte das células humanas e está presente em todos os processos fisiológicos e bioquímicos que ocorrem no nosso corpo. A água permite a regulação da temperatura corporal, é responsável pela eliminação de toxinas (através da urina e do suor) e representa cerca de 95 % do plasma sanguíneo que transporta oxigénio e nutrientes até às células.
Somos feitos de água
Nutrientes e oxigénio a caminho das células
A água ajuda a desintoxicar o organismo
A água ajuda a prevenir doenças e contribui para o nosso bem-estar
Somos feitos de água
Ao nascer, um bebé é constituído por mais de 70 % de água. À medida que crescemos, esta percentagem desce gradualmente, à medida que vamos acumulando gordura. Ainda assim, o organismo de um adulto é constituído por cerca de 60 % de água, que se encontra dentro e fora das células.
Cada célula é constituída por 70 a 85 % de água, sobrevivendo num meio também aquoso. E, sendo os diferentes tecidos e órgãos conjuntos de células, estes também são compostos por água. Além de ser o principal constituinte do corpo, a água desempenha ainda uma série de funções: permite-nos movimentarmo-nos, lubrificando as articulações e tonificando os músculos; regula a temperatura corporal interna através da transpiração; e, durante a gravidez, é o principal constituinte do líquido amniótico que protege e nutre o bebê.
Mas as funções da água não ficam por aqui:
Nutrientes e oxigênio a caminho das células
Sem água não seria possível transportar o oxigénio e os
nutrientes até às células. O plasma do sangue é o meio através
do qual circulam os nutrientes e o oxigénio ı é constituído por
95 % de água. Por isso, quando não há água ou quando esta é
escassa, o transporte vital de energia e de outros elementos
indispensáveis ao funcionamento das células fica
imediatamente comprometido. Sem energia nem nutrientes,
as células, os órgãos e todos os sistemas do corpo deixariam
de funcionar…








