Filmes - comentários

 

 

 

Cartas para Deus

 



Até o mais forte chora com esse filme!

 

 Deixa o nosso coração pequenininho. O filme conta a vida de Tyler um garoto com câncer cerebral, e que escreve cartas para Deus, e com essa atitude faz todos a sua volta amar muito mais a Deus e também começam a escrever cartas. O filme liga muito a família! Assistam.

 

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O PEREGRINO

 

 Uma jornada para o Céu
 


Filme conta sobre o sonho de um homem cristão; Que esta a embarcar em uma viagem para chegar até a terra celestial, no caminho se depara com pessoas que o filme dá o nome de Evangelista, Adulação, Malícia, Sedução, Vaidade(...), passa por lugares sombrios e medonhos, como o Desfiladeiro do Desespero, o Pântano da Desconfiança, a Feira das Vaidades e o Rio da Morte. Enfrenta tudo para que não consiga chegar até o céu.

 

 FILME MUITO BOM! RECOMENDO!

 

 

 

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A Filha Do Pastor

 

 

 

Pessoal, indico a todos os Teens que assistam este filme, trata-se de uma versão muito diferente do Filho Pródigo, narrado em Lucas 15. Desta vez, o personagem principal é uma mulher, ou seja uma Filha Pródiga.

Cansada de ser a filha do pastor buscando mais experiência de vida, Angie sai de casa pela primeira vez, contrariando ao Pai, o Bispo de sua Igreja e junta-se a turnê de um grupo de gospel sem compromisso com o Senhor. Nessa fábula moderna do Filho Pródigo, ela logo descobrirá que a vida na estrada pode ser mais difícil mas nada é tão amedrontador quando voltar para casa no fundo do poço sem nada à mostrar…

 

 

 

 

 

 

A lista

A história:

 

Com as notícias da derrota em Gettysburg ainda vívidas em suas memórias, um grupo de ricos proprietários se encontra em uma noite de tempestade para fazer uma secreta aliança de sangue a fim de proteger a fortuna de suas famílias. Um homem se recusa a fazer tal aliança e lança uma obscura profecia contra os perigos da ganância e magia negra. Ignorando a advertência, os homens juntam suas fortunas em uma tentativa desesperada de contrabandear seus bens para a Europa. 

140 anos depois, Renny Jacobson, um jovem advogado, recebe a notícia da misteriosa morte de seu pai. Embora os dois nunca tenham sido próximos, o jovem fica surpreso ao saber que seu pai deixou sua fortuna para caridade, deixando-o sem nada além de uma referência a uma duvidosa entidade chamada .A Lista da Aliança da Carolina do Sul Ltda.


Perplexo, Renny embarca em uma jornada para descobrir a verdade sobre A Lista. Em meio a essa jornada, ele conhece a adorável Jo Johnston, outra descendente de uma família ligada à sociedade secreta. Renny logo descobre que os dois são herdeiros de um antigo e sinistro segredo bem como de uma grande fortuna.


Enquanto investiga seu sombrio passado, Renny aprende que a tragédia segue aqueles que compactuam com a Lista. Tendo feito a aliança com seu próprio sangue, ele está despreparado para lutar contra as forças do mal que agora buscam devorar a tudo  e a todos  a quem Renny ama. À medida que seu mundo se despedaça, alguns improváveis heróis se unem a Renny em sua batalha espiritual. 

Em um clímax inesperado e emocionante, Renny descobre que deve cumprir a profecia feita em 1863 e destruir o poder da Lista  ou perder o verdadeiro tesouro que mudou sua vida.

 

 

 

 Johnny

Descrição:

O filme relata a história de um casal que após um trágico acidente de carro, envolvendo sua esposa, o médico Drew Carter (Mel Fair) perde seu filho de dez anos.

Presa ao sentimento de culpa por essa morte, Julia (Musetta Vander) entrega-se às lembranças dolorosas que a afastam tanto do seu marido quanto de sua filha, Kayla (Aubyn Cole). No entanto, por intermédio de Johnny (Jerry Phillips), um paciente com leucemia, Drew acredita ter uma chance de ajudar Julia a sair desse luto perpétuo.

Aproveitando o fato de o menino ter a mesma idade do filho quando morreu, o médico faz planos para adotá-lo. Por outro lado, o garoto acredita ter uma missão especial para ainda estar vivo. Será que, apesar de sofrer de uma doença incurável, Johnny poderá levar conforto àquela família?

 

 

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 Awake – A vida por um fio 

 Para quem tem nervos de aço

 

A idéia é assustadora. Você deita numa mesa de operacões, recebe anestesia geral e, quando acha que vai apagar, descobre aue está paralisado e completamente consciente do que está acontecendo. Pior: sente absolutamente tudo, cada corte, cada manipulacão, toda a dor. Assustador, não? Acrescente a isso a descoberta de que a equipe médica planeja a sua morte. E você não consegue mexer um dedo! Aterrorizante. Pois é exatamente isso o que o personagem de Hayden Christensen tem de enfrentar em “Awake – A vida por um fio”.

A trama em si não deixa nada a desejar aos melhores Hitchcocks. Afinal, é uma situação que poderia ocorrer com qualquer um de nós, como um letreiro no início da projeção deixa bem claro: mais de 21 milhões de pessoas recebem anestesia a cada ano em todo o mundo, das quais 30 mil ficam despertas, mas paralisadas, durante procedimentos médicos dolorosos. O jovem Clay Beresford (Hayden Christensen) tem dinheiro, uma bela mulher (Jessica Alba) e uma lucrativa carreira. Mas ele precisa de um transplante de coração que vai salvar sua vida. Quando finalmente encontra o doador, sua alegria se transforma em terror e ele acaba experimentando a situação descrita acima. Neste thriller baseado em um assustador fenômeno médico, as coisas se tornam sinistras à medida que a má prática da medicina começa a parecer tão monstruosa como um assassinato.

Este seria um filme de suspense de primeira linha, se não fosse pelo grafismo explícito de muitas das cenas, capaz de deixar os mais sensíveis de cabelos em pé. Você vai acompannar cada corte do transplante em detalhes. O diretor não poupou o público e expõe a cirurgia como se fosse um vídeo acadêmico para estudantes de Medicina. Se escancarar a caixa torácica de alguém fosse erotismo, este seria um filme de sexo explícito.

Além do show sanguináriso totalmente desnecessário, o diretor aproveitou que tinha um belo casal de atores na mão e os expôs em cenas de intimidade (pré-marital, diga-se) e semi-nudez. Por outro lado, há um belo exemplo de devoção e amor sacrificial, na figura da mãe de Clay, Lilith. Em mais de uma ocasião, ela abre mão de si mesma em prol de seu filho, demonstrando sabedoria e perdoando a rebeldia dele.

Como thriller de suspense, “Awake – A vida por um fio” é classe A. Mexe com os nervos e deixa o espectador irrequieto na poltrona. Mas a forma explícita de certas cenas apresentarem vísceras, fluidos corporais e o sofrimento humano vai transtornar muitas pessoas. Usando a norma básica do trânsito: na dúvida, não ultrapasse. Ou seja; se você tem pressão alta, estômago fraco ou um bom-gosto mínimo para a boa direção cinematográfica, vá assistir a algo menos escatológico. Mas, se você topa qualquer parada, tome um antiácido e bom filme.

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Maurício Zágari Tupinambá
Jornalista
Professor de Teologia Prática e Filosofia
Equipe CINEGOSPEL

 

 

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NOVIDADE/FILME: As Crônicas de Nárnia 4 será filmado

 

Quando comprou os direitos de adaptação de 'As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada', terceiro filme da franquia, a Fox anunciou que seria a última adaptação da série para os cinemas.

Mas o diretor do longa, Michael Apted ('007 – O Mundo não é o Bastante') revelou que voltaria para um quarto e último filme.

A série possui sete livros, mas segundo ele, a história se transforma após o quarto, o que dificulta a adaptação para os cinemas.

"Eu ficaria surpreso se eles adaptassem todos os sete livros. Suponho que o quarto poderia funcionar, pois fizemos muitas mudanças na história do terceiro filme… Em uma franquia, a continuidade dos personagens é bastante crucial e eu não sei como eles vão superar o livro quatro. Eu acho que é um problema", revelou.

O quarto livro é 'As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata'. Após este, a história perde sua ordem cronológica. O quinto livro, 'O Cavalo e seu Menino', narra acontecimentos que ocorrem no tempo descrito num parágrafo do livro 'O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa', primeiro filme.

Tanto 'O Príncipe Caspian' quanto 'O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa' são assinados pelo diretor Andrew Adamson. Lançada em 2005 pela BVI, a primeira adaptação cinematográfica do clássico de C.S. Lewis arrecadou mundialmente cerca de US$ 750 milhões.

"As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada", lançado em 3D, arrecadou US$ 376 milhões.

Fonte: Cinepop


NOTÍCIA ATUALIZADA:  Próximo filme da série "As Crônicas de Nárnia" será "O Sobrinho do Mago" 

 

 

 Próximo filme da série "As Crônicas de Nárnia" será "O Sobrinho do Mago"

A Fox anunciou que dará sequencia nas filmagens de adaptação de "As Crônicas de Nárnia" e ao contrário do que se imaginava, o quarto filme da série será "As Crônicas de Nárnia – O Sobrinho do Mago" e não "A Cadeira de Prata".

Foi Michael Flaherty, presidente da Walden Media, que revelou que pretende continuar a franquia nas telonas e também disse que precisará encontrar alguém para escrever o roteiro.

"O Sobrinho do Mágico" foi o sexto livro lançado da série, mas os fatos narrados remetem a acontecimentos que precedem o primeiro livro publicado da série, que é "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa".

As notícias encheram os fãs de expectativas já que a Fox havia anunciado que "A Viagem do Peregrino da Alvorada", filme que arrecadou US$ 376 milhões, seria a última adaptação da série para as telonas.

Fonte: Gospel Prime e Cine Pop.

 

Marcadores: As Crônicas de NárniaC. S. LewisFilmesNovidades (EUA)

 

 

O Som do Coração 

 Sinfonia de emoções

Um casal se encontra e, deste romance fortuito de apenas uma noite, nasce um menino. Separado dos pais, ele cresce em um orfanato, sonhando em conhecê-los. Para isso, o garoto faz uso de seu excepcional talento musical. Essa premissa é o ponto de partida para uma jornada ao mundo das emoções. Cardíacos e manteigas-moles devem tomar cuidado ao assistir a ”O som do coração”, pois trata-se de um longa-metragem lacrimejante do mais alto nível.

O roteiro foi cuidadosamente pensado para embargar vozes e encharcar lenços. A montanha-russa emocional mexe com o público porque toca em diversas áreas sensíveis do coração humano: fala de amores abalados, da necessidade do carinho paterno, da busca das raízes, do valor da amizade, da importância da família, do peso do reconhecimento e da realização de sonhos. Precisa mais?

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O desempenho de Freddie Highmore (foto), como o menino prodígio, encabeça um desfile de performances tocantes e angustiadas, como a de Keri Russell, no papel de sua mãe, e Jonathan Rhys Meyers, como o pai. Robin Williams não impressiona como o tutor que explora o jovem músico, mas cumpre razoavelmente bem sua tarefa.

Por um lado, ”O som do coração” é fictício demais e cria um cenário ideal que na vida real raramente ocorreria. Mas para os sentimentais e quem gosta de sair do cinema com aquele sorrizinho bobo no rosto e olhos marejados, não há nada melhor. Nesse sentido, é um filmaço.

Também podemos tirar lições morais valiosas de ”O som do coração”. Um exemplo é toda a dor e o sofrimento por que passam os personagens devido a uma gravidez imprevista, fruto de uma noite de prazer desfrutada por um casal despreparado e inconseqüente. Sem uma estrutura sólida para criar uma criança, a família (?) se vê desfeita e passa doze anos de sofrimentos. Ah, se tudo tivesse sido feito como o sábio Deus orienta, no contexto de uma união oficial, nada daquilo teria acontecido.

O relacionamento com Deus e seus valores é apresentado de modo bastante positivo. A mãe do menino usa um crucifixo, o pai canta sobre oração, outro personagem canta para seu Pai Celestial, dois personagens oram pelo menino e um outro diz que a música é a lembrança de Deus de que há algo além do nosso ego.

Um ponto importante do filme é justamente a capacidade que a música tem de ligar as pessoas, o que nos remete ao uso de canções e hinos como meio clássico da expressão do nosso louvor a Deus. Entender como a música conecta os personagens é um meio de compreender como o nosso coração pode se conectar ao do Senhor por intermédio de uma adoração entoada por lábios sinceros e um coração puro e piedoso.

 

Maurício Zágari Tupinambá
Equipe CINEGOSPEL

 

 

 

O Caçador de Pipas

 

Existem muitos tipos de filmes. Mas, entre todas as divisões e subdivisões, podemos separá-los basicamente em dois grupos: aqueles a que assistimos e não fazem diferença alguma e aqueles que nos tocam profundamente e deixam uma marca. “O caçador de pipas” pertence a este último grupo. Forte, emocionante e profundo, o longa-metragem é cinema com ”C” maiúsculo.

O filme é tão impactante que os meninos que o protagonizaram tiveram de fugir do Afeganistão, depois de terem sido ameaçados por seus compatriotas. Isso porque uma cena de abuso sexual enfureceu parte da população islâmica local. O lançamento do filme foi adiado em seis semanas para dar tempo suficiente para a mudança dos atores-mirins para fora do país. Como o best-seller em que é baseado, “O caçador de pipas” mostra três décadas de conflitos no Afeganistão e gira em torno da amizade de Amir, um garoto rico (interpretado por Zekiria Ebrahimi, que hoje tem 11 anos), e Hassan, filho de um serviçal pobre. Na cena que gerou polêmica, Hassan (vivido por Ahmad Khan Mahmoodzada, hoje com 13 anos) é violentado numa viela por um fortão da área. As conseqüências deste ato geram toda a tônica da produção.

“O caçador de pipas” é um filme para adultos, com temas que vão do abuso sexual infantil a atrocidades de guerra, passando pelo sistema ultraortodoxo islâmico do Talebã. Mas o que mais pesa na balança é a discussão sobre amizade e a profundidade da trama, digna de palmas numa época em que a carência de boas histórias é suprida com efeitos especiais em profusão. O filme mostra que o perdão e a possibilidade de mudanças são não só possíveis no mundo de hoje, mas algo que engrandece o ser humano e o aproxima do ideal de comportamento que Deus traçou para nós.

Moralmente, o longa-metragem é impecável. Embora a cena do estupro possa causar um grande mal-estar, é essencial para a construção do todo. Deixar de assistir a este filme é perder uma grande oportunidade de desfrutar daquilo que o cinema tem de melhor.

Maurício Zágari Tupinambá
Equipe CINEGOSPEL